MESA REDONDA – Segurança digital e Tecnologia da Informação

Evento online realizado no dia 23/09/2020 sobre uma visão Estratégica de Negócios, Riscos e conformidades à LGPD na Cadeia de Suprimentos e Logística. Entenda melhor sobre os Riscos Digitais e o uso da LGPD do ponto de vista da TI alinhada à estratégia de negócios para a Área de Logística.

Speakers e apoiadores:

Alex Montanini: https://it2x.com.br/

Alfredo Chaia: https://riskveritas.com.br/

Edilson Damasceno: https://estrategia.me/

Rodrigo Silva: https://www.turingsecurity.com.br/

Transporte de Cargas Perigosas – Colaboração de Alfredo Chaia para o jornal A Tribuna

Transporte e Armazenagem de Produtos Perigosos: Uma Discussão à Luz do Incidente no Porto de Beirute

Na última sexta-feira, 14 de agosto de 2020, às 10h, foi realizado um importante debate sobre a segurança no transporte de mercadorias nos portos, e em toda cadeia logística. O tema em contexto teve por base a explosão no porto de Beirute, em 4 de agosto, que parece ter sido alimentada por toneladas do nitrato de amônio altamente reativo.

Alfredo Chaia, da Risk Veritas, teve a oportunidade de participar e contribuir com o debate, que pode ser visto na íntegra no vídeo a seguir:

Fetransporte Brasil Conference 2020 – Palestra Alfredo Chaia – Risk Veritas – Segmento logístico – O cenário atual no Brasil

A convite da Fetransporte Brasil, nosso diretor, Alfredo Chaia, participou da “Conference 2020”, realizada nos dias 02, 03 e 04 junho de 2020.

A contribuição de Chaia ocorreu no dia 02/Junho (Terça-feira), às 17:00 horas, com a Palestra “Segmento logístico – O cenário atual no Brasil”; para traçar um resumo das Perspectivas da Logística e da Gestão dos Riscos; e as Oportunidades no contexto do Seguro de Transportes de Cargas.

A palestra foi transmita pelo canal do YouTube da Fetransporte Brasil e está disponível também aqui, no Canal Risk Veritas Podcast.

Vale o agradecimento pela confiança, e oportunidade de cumprir o propósito de difundir a cultura de Gestão dos Riscos Empresariais no Brasil.

Fetransporte Brasil Conference 2020 – Palestra Alfredo Chaia – Risk Veritas – Segmento logístico – O cenário atual no Brasil

A convite da Fetransporte Brasil, nosso diretor, Alfredo Chaia, participou da “Conference 2020”, realizada nos dias 02, 03 e 04 junho de 2020.

A contribuição de Chaia ocorreu no dia 02/Junho (Terça-feira), às 17:00 horas, com a Palestra “Segmento logístico – O cenário atual no Brasil”; para traçar um resumo das Perspectivas da Logística e da Gestão dos Riscos; e as Oportunidades no contexto do Seguro de Transportes de Cargas.

A palestra foi transmita pelo canal do YouTube da Fetransporte Brasil e está disponível também no canal da Risk Veritas.

 

 

Vale o agradecimento pela confiança, e oportunidade de cumprir o propósito de difundir a cultura de Gestão dos Riscos Empresariais no Brasil.

A Nova Logística e os Novos Riscos – por Única Seguros – Vídeo

Jorge Eduardo de Souza, presidente da Única Seguros, conversa com Edeon Vaz Ferreira, diretor executivo do Movimento Pró Logística e com Alfredo Chaia, especialista em Gestão de Risco e atual diretor geral da Risk Veritas, consultoria de gerenciamento internacional.

A Nova Logística e os Novos Riscos – por Única Seguros

Jorge Eduardo de Souza, presidente da Única Seguros, conversa com Edeon Vaz Ferreira, diretor executivo do Movimento Pró Logística e com Alfredo Chaia, especialista em Gestão de Risco e atual diretor geral da Risk Veritas, consultoria de gerenciamento internacional.

Diferenças entre Riscos e Incertezas

Neste episódio, buscamos trazer alguns exemplos para deixar mais claras as diferenças entre riscos e incertezas.

Plano de Contingência – Acesso Remoto e Riscos Cibernéticos

Interrupções nos negócios ocorrem de muitas formas – de desastres naturais a surtos de doenças; e reduzir a circulação de pessoas atenua o ritmo de progressão do contágio. O trabalhar em casa com acesso remoto a sistemas corporativos é opção de contingência para empresas, mas cabe alerta sobre a capacidade de estender com segurança a conveniência de funcionários trabalharem remotamente.

1 – Você não é imune a ataques cibernéticos: A segurança cibernética é mais importante que decidir onde colocará seu escritório em casa ou quais suprimentos precisará.

2 – Crie senhas fortes: Senhas devem conter caracteres aleatórios, letras, números e símbolos, e alteradas regularmente. Use bom software de gerenciamento de senhas. Não há desculpa para ter apenas uma senha universal para tudo.

3 – Pratique cliques seguros: golpes de phishing coletam informações por URLs ou anexos. Antivírus devem verificar todas mensagens. Faça sua parte evitando os que pareçam suspeitos.

4 – Navegue com Segurança: Adote hábitos seguros. Use dispositivos próprios, redes confiáveis (evite o Wi-Fi público), antivírus e serviços, VPN e autenticação multi-fator.

5 – Faça backup e instale atualizações: No caso de uma exposição, os backups ajudam a restaurar os dados caso sistema precise ser reiniciado.

Os Atuais Desafios do Setor de Seguros de Transporte – 8º Encontro de Resseguro – CNSeg – Entrevista Alfredo Chaia – Risk Veritas

Alfredo Chaia, da Risk Veritas, foi entrevistado pela revista CNSeg durante o 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, e trouxe um pouco do cenário sobre os Atuais Desafios do Setor de Seguros de Transporte.

Como Lidar com os Riscos de uma Organização?

As organizações passam diariamente por situações nas quais os riscos podem ser avaliados, aceitos, tratados ou simplesmente ignorados por seus gestores.

Neste podcast, trazemos e exemplificamos tipos de ações que uma organização pode tomar de acordo com os mais diversos riscos aos quais ela pode estar exposta.

Alfredo Chaia – Risk Veritas – 22ª Fenatran 2019 – Estande GuepTV

A 22º edição da Fenatran, Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Cargas, aconteceu entre os dias 14 e 18 de outubro, no São Paulo Expo.

Alfredo Chaia, da Risk Veritas, esteve presente no estande da Guep e gravou entrevista exclusiva para a GuepTV.

Alfredo Chaia – Entrevista GuepTV – Workshop CIST – Agosto 2019

Alfredo Chaia foi entrevistado durante o Workshop CIST de agosto 2019, quando abordou a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e a ligação da lei com o mercado de Riscos Empresariais

Alfredo Chaia – Prevenção de Riscos na Logística – GuepTV

Alfredo Chaia, Enterprise Risk Management da Risk Veritas e vice-presidente do CIST – Clube Internacional de Seguro de Transportes, fala sobre prevenção de riscos na logística.

Seja Bem-Vindo ao Canal Risk Veritas Podcast

A Risk Veritas tem o prazer de trazer para você o Canal Risk Veritas – Podcast, um espaço onde vamos debater temas relacionados ao mercado de Gestão dos Riscos.

Assine nosso podcast e receba sempre nossas atualizações!

Mapeamento e Gestão de Risco no Sistema Elétrico Brasileiro

A capacidade de geração de energia total do Brasil é de 171,8 GW de potência, através de quase 9 mil empreendimentos por todo o país!

O Sistema Elétrico Brasileiro utiliza 6 fontes diferentes de energia, e a hídrica é nossa principal fonte com 106,2 GW de potência instalada.

Um mercado em evolução e atraindo cada vez mais capital que utiliza Mapeamento e Gestão dos Riscos para contribuir ao sucesso na operação e rentabilização dos investimentos na geração, transmissão e distribuição de energia.

Créditos: Alfredo Chaia – postagem publicada no Linkedin – https://www.linkedin.com/posts/alfredo-chaia_geraaexaeto-setorelaeztrico-aneel-activity-6630228565805801472-l-6q

 

Diretor-Geral da ANEEL, André Pepitone, também falou sobre o assunto em post publicado no Linkedin – https://www.linkedin.com/posts/andrepepitone_geraaexaeto-setorelaeztrico-aneel-activity-6630164691173851136-3w_Q

Você sabia que o Sistema Elétrico Brasileiro utiliza 6 fontes diferentes de energia? Água, combustível fóssil, biomassa, sol, vento e energia nuclear, geram energia para nosso país!

A energia hídrica é a nossa principal fonte, com 106,2 GW de potência instalada, entre usinas hidrelétricas (UHE), pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e centrais geradoras hidrelétricas (CGH).

As térmicas (UTE) ocupam o segundo lugar, com capacidade instalada de 42,8 GW, entre usinas fósseis (27,7GW) e de biomassa (resíduos, óleos vegetais, bagaço da cana, etc.) que possuem a potência de 15,1 GW.

Temos também 631 usinas eólicas com potência instalada de 15,4 GW, 421 usinas solares com 5,4 GW e 2 usinas nucleares (Angra I e II) com potência instalada de 2 GW.

Em experiência, ainda temos uma usina maremotriz (que utiliza o movimento das ondas do mar) no Ceará, no Porto de Pecém, com potência instalada de 50 kW.

A capacidade de geração de energia total do Brasil hoje é de 171,8 GW de potência, através de quase 9 mil empreendimentos em operação por todo o país! Geração SetorElétrico ANEEL

 

Hackers invadem controle do Porto de Fortaleza e exigem resgate em Bitcoins

Fonte: site Olhar Digital
por Sofia Aureli, editado por Cesar Schaeffer 30/10/2019 12h10
O sistema de informática da Companhia de Docas do Ceará (CDC) foi invadido na madrugada de segunda-feira (28) e continua fora do ar

Na madrugada desta segunda-feira (28), o sistema de informática da Companhia de Docas do Ceará (CDC), que administra o porto de Mucuripe, em Fortaleza, foi vítima de um ataque cibernético ao ser invadido por um ataque hacker, segundo o Portal do Bitcoin. Os invasores exigiram um resgate em Bitcoin e a Polícia Federal foi acionada para resolver o caso, mas a CDC não informou o valor pedido.

A ação não só derrubou o site da Companhia, como também atrapalhou as operações dentro do Porto, que segue realizando o trabalho em Mucuripe de forma manual e offline. Segundo nota da instituição “todas as providências estão sendo tomadas” e as atividades pretendem ser normatizadas até hoje (30). Porém, até o momento desta reportagem, o site encontra-se fora do ar.

Hackers e Bitcoin

No Brasil, crimes cibernéticos envolvendo resgate em criptomoedas não são novidade. Em abril deste ano, hackers invadiram o sistema da Câmara Municipal de Palmas (TO) e exigiram resgate em Bitcoin.

E não são apenas sistemas públicos ou de grande porte, como o Porto de Mucuripe ou Câmeras Municipais que já estiveram sob ataque digital: hackers já invadiram uma loja de produtos para bebês em Campo Grande (MS), uma empresa de contabilidade em Boa Visa (RR) e um hospital em Pirajuí (SP).

Alfredo Chaia Participa de Painel no VII Congresso Latinoamericano de Seguros Marítimos da ALSUM

Chegou ao fim o VII Congresso Latinoamericano de Seguros Marítimos da ALSUM. Durante os 3 dias de evento (de 28 a 30 outubro de 2019), os participantes debateram sobre os principais desafios, novidades e oportunidades do setor.

Alfredo Chaia, da Risk Veritas, foi um dos convidados para o debate no painel de encerramento do congresso e aprofundou-se nos assuntos dos riscos atuais e emergentes do mercado marítimo.

“Aí se incluem novos riscos em casco e máquina, terminais portuários e novos sistemas de controle (Navisys) e riscos de cyberisk e danos ou interrupção de negócios, para falar de poucos.
Como assegurar embarcação com cada vez sistemas autônomos?
A expansão do comércio eletrônico imporá novas dinâmicas da logistica e, por conseguinte, com o seguro de transporte de carga.
Isso nos interessa na perspectiva de mercado e riscos, mas também na adequação das coberturas de sugueis.
Blockchain; IoT; Analytics serão referências cada vez mais presentes em nosso cotidiano.”

VII Congresso Latinoamericano de Seguros Marítimos

Guaiaquil - Equador - de 28 a 30 de outubro de 2019

Começou hoje o VII Congresso Latinoamericano de Seguros Marítimos da ALSUM. O evento, que nesta edição acontece em Guaiquil (Equador), terá duração de 3 dias (28 a 30 de outubro) e é considerado o maior do setor marítimo na América Latina.

Alfredo Chaia, da Risk Veritas, participa do congresso que traz os principais desafios, novidades e oportunidades do mercado para os próximos meses.

8º Encontro de Resseguro – CNSeg, Fenseg e Fenaber

Alfredo Chaia, diretor presidente da Risk Veritas, teve o prazer e a honra contribuir como palestrante no 8º Encontro de Resseguro organizado pela CNSeg, Fenseg e Fenaber e compor os debates com Paula Rodrigues e Paulo Alves para refletir sobre a (r)evolução tecnológica, os riscos na cadeia logística, e impactos no seguro e resseguro do transporte de cargas.

 

Mais de 22 séculos depois dos primeiros modelos de gestão e transferência de riscos logísticos, as mudanças estruturais no ambiente de negócios têm afetado radicalmente o mundo, com impacto nas organizações e na sociedade. Possibilidades e Ritmo de transformação são exponenciais, mas a nova dinâmica de VELOCIDADE, ESCOPO, IMPACTO, ESCALA gera um espectro de riscos e incertezas.

Como as organizações estão encarando esses desafios? De que forma eles afetam as estratégias de negócio? Quais megatendências terão maior impacto na transformação dos negócios? Quais são os Riscos Emergentes desse novo ambiente? O processo logístico é fator crítico de sucesso para as Organizações, e será necessário integrá-lo à Gestão dos Riscos estratégicos da empresa. De outro lado, exigirá a reinvenção da Gestão dos Riscos e das Soluções de Seguros e Resseguros.

22ª Fenatran 2019

A 22º edição da Fenatran, Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Cargas, aconteceu entre os dias 14 e 18 de outubro, no São Paulo Expo.

Alfredo Chaia, da Risk Veritas, esteve presente no estande da Guep e gravou entrevista exclusiva para a GuepTV. Confira:

 

XIX Prêmio de Riscos e Seguros TROFÉU GAIVOTA DE OURO 2019

RISK Veritas é DESTAQUE EM gestão dos Riscos na Cadeia LogÍstica NACIONAL
E Internacional

É momento de satisfação e agradecimento aos nossos clientes e parceiros; e também de renovar o compromisso de oferecer soluções adequadas nas diversas dimensões da gestão dos riscos.

Aplicamos a Gestão de Risco Empresarial como fator crítico de sucesso em Ambientes Complexos e em Constante Transformação.

Entrevista Alfredo Chaia – GuepTV – Workshop CIST – Agosto 2019

Clique na imagem abaixo e confira a entrevista na íntegra:

Alfredo Chaia – Prevenção de Riscos na Logística – GuepTV

Alfredo Chaia, Enterprise Risk Management da Risk Veritas e vice-presidente do CIST – Clube Internacional de Seguro de Transportes, fala sobre prevenção de riscos na logística. Clique na imagem abaixo e assista:

Acordo MercoSul e União Europeia

O mercado brasileiro comemora acordo de livre comércio do MercoSul com a União Europeia – que potencialmente pode representar o mais importante acordo de livre comércio já firmado pelo Brasil.

Ao final, Mercosul e União Europeia formarão uma área de livre comércio que soma US$ 19 trilhões em Produto Interno Bruto (PIB) e um mercado de 750 milhões de pessoas (Ref. European Commission). Juntos, os países do bloco representam o segundo maior mercado para bens brasileiros no mundo, perdendo apenas para a China.

O atual comércio bilateral da UE com o Mercosul já totaliza € 88 bilhões por ano em bens e € 34 bilhões em serviços. As exportações de bens da UE para o Mercosul valem € 45 bilhões por ano e importam produtos do Mercosul quase do mesmo valor (€ 43 bilhões).

Ao mesmo tempo em que abre o mercado brasileiro para produtos e serviços europeus, o acordo tem potencial para elevar essas vendas e pode representar um empurrão para o Brasil entrar no grupo dos grandes do comércio internacional, ao criar novas oportunidades de exportação devido à redução de tarifas europeias.

Isso exigirá que o Brasil aperfeiçoe a cultura de gestão dos riscos e seguros no transporte internacional de cargas, e ampliará as oportunidades para o empresário brasileiro agregar valor ao produto na exportação.

O mercado brasileiro de riscos e seguros tem expertise e produtos para atender essa demanda.

 

Sobre o Acordo

O acordo reduz, por exemplo, de 17% para zero as tarifas de importação de produtos brasileiros como calçados e aumenta a competitividade de bens industriais em setores como têxtil, químicos, autopeças, madeireiro e aeronáutico.

Nos termos do acordo, os produtos agrícolas de grande interesse no Brasil terão suas tarifas eliminadas, como suco de laranja, frutas (melões, melancias, laranjas, limões, entre outros), café solúvel, peixes, crustáceos e óleos vegetais. Além disso, os exportadores brasileiros também terão acesso preferencial à carne bovina, suína e de aves, açúcar, etanol, arroz, ovos e mel.

 

Um longo caminho pela frente.

Após o anúncio político, é feita uma revisão técnica e jurídica do acordo e tradução do texto nas línguas oficiais das Partes, para então ser assinado.

A Comissão Europeia encaminha o acordo ao Conselho da EU para assinatura formal. É definida, então, uma data com o MERCOSUL para a assinatura do acordo.

No Brasil, a Presidência da República encaminha o acordo para apreciação pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, que finalmente autoriza o Poder Executivo a ratificar o acordo. No que se refere à UE, o acordo é encaminhado para votação no Parlamento Europeu.

DESENVOLVIMENTO DO COMPLEXO INDUSTRIAL E PORTUÁRIO DO PECÉM É DEFENDIDO NO Iº WORKSHOP CIST FORTALEZA 2019

Terminais de carga do Nordeste podem impulsionar o crescimento do setor de riscos e seguros de transporte de carga após retomada da economia, e aumento o fluxo de transporte de cargas.

Segundo o vice-presidente do Clube Internacional de Seguros de Transporte (CIST) e CEO da Risk Veritas, Alfredo Chaia, o Porto pode ser estratégico para evolução de seguros de carga no CE. A perspectiva foi mencionada durante um workshop realizado pelo CIST, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), no último dia 25/06.

“Nos segmentos de importação e exportação, o Nordeste sempre foi um player importante, e o Ceará cumpre papel estratégico no setor de logística em função da localização estratégica e capacidade de operação do porto do Pecém”.

Uma importante vantagem competitiva para que o Estado gere essa evolução do setor de riscos e seguros de carga, segundo Chaia, está justamente na localização geográfica. “O Ceará é um player estratégico no mercado internacional por ter condições de escoar produtos para os principais mercados consumidores internacionais com menor ‘transit time’ e custo. O Ceará pode ser consolidar cada vez mais
como hub internacional de logística, inclusive com a opção do empresário Brasileiro de agregar valor ao produto com a inclusão do seguro de Exportação”, explicou.

Ainda de acordo com Chaia, apesar de o Estado concentrar apenas 2% dos roubos de cargas do País anualmente, a expectativa é de que o mercado de gestão dos riscos e seguros cresça tanto no País quanto no Estado.

IMPACTO
Para o diretor executivo de risco do Grupo Servis, David Silva, discutir o mercado de seguros e risco pode significar uma redução de prejuízos para empresas em todo o Estado. Segundo ele, com a evolução da economia nos últimos anos, algumas cargas roubadas chegam a ser avaliadas em mais de R$ 4 milhões. Ao todo, roubos de carga geram o prejuízo de R$ 2 bilhões às empresas brasileiras por ano. Então, é importante discutir a importância desse mercado aqui no Ceará”.

EFICIÊNCIA
E o resultado do investimento em segurança já pôde ser sentido pelo Grupo Aço Cearense. Conforme o coordenador administrativo da empresa, Giovani Benevides, atualmente, quase 100% das cargas da Aço Cearense chegam em segurança ao destino. “O roubo de carga acontece em todo País e no Ceará ele é evidente, mas nós temos tido um cuidado muito grande com esse assunto, então temos serviços de rastreador e seguro de cargas. Sem o seguro de cargas a gente não consegue transportar nada e por isso tomamos todos os cuidados”, disse.

Gerenciamento Holístico de Risco

Os investidores pagam um prêmio para empresas que melhor souberem lidar com riscos; mas correr riscos pode fazê-las cair de joelhos. Como equilibrar-se?

Frequentemente, observamos as sérias consequências de frustrar expectativas da sociedade e investidores, e empresas veem o valor de suas ações caírem. Somem-se exigências de regulamentação e controle, e fica evidente porque a gestão dos riscos deveria ser importante para altos executivos. Afinal, é deles o mandato por crescimento sustentável e o não-cumprimento desse preceito é uma quebra da responsabilidade confiada. Mesmo que lucros e preços das ações estejam saudáveis, a busca por resultados está mais arriscada. O âmbito expandido de negócios traz maiores oportunidades e complexidades; e por sua vez maior potencial de as coisas darem errado.

Mesmo necessário, provisão financeira de perdas embute limitações se aplicada isoladamente: é passiva (trata consequências), coloca foco sobre riscos específicos (não em todos) e não gera vantagem duradoura etc.

É preciso adotar estratégia diferenciada para cuidar dos riscos com eficácia. Gerenciamento holístico dos Riscos Empresariais leva em conta ameaças internas e externas e programas de atenuação como um todo.

Afinal, sem risco não há recompensa.
Ref: Schneier e Miccolis, HSM, Set,98

Sobre Como as Nações Enriquecem

Por volta de 1820, o avanço econômico se acelerou de modo perceptível pelo impulso (até então inédito) de inovações tecnológicas e poderoso incentivo ao crescimento econômico; com aumento da produtividade e consumo. Entretanto, cabe destacar aspectos necessários para que uma sociedade se desenvolva:

1.Direitos a Propriedade: Inovadores e comerciantes precisam de garantias de que seu trabalho não será arbitrariamente confiscado, e que terá direito de manter a justa recompensa por seus esforços.

2.Racionalismo Científico: O processo inventivo requer pensamento raciona estruturado, observação empírica e ferramentas que sustentem o avanço tecnológico.

3.Mercados de Capital: o capital continua a ser necessário para o desenvolvimento de projetos e ideias. Raros empreendedores dispõem do dinheiro necessário para a produção em massa daquilo que inventam, e o crescimento se torna impossível sem o capital oferecido por fontes externas.

4.Transportes e comunicações rápidos e eficientes: Inovações se estabelecerão desde que se possa levar produtos de modo rápido e barato até os consumidores.

 

Uma nação poderá prosperar quando esses fatores estiverem disponíveis. Em qual estágio de maturidade estamos em relação a esses fatores? Ref: W. Bernsatein

Número de Ataques Cibernéticos no Brasil Quase que Dobrou em 2018

Segundo dados do 4º Relatório de Segurança Digital no Brasil elaborado pelo dfndr lab, especializado em ciber-segurança da PSafe, foram detectados 120,7 milhões de ataques cibernéticos no primeiro semestre de 2018, representando crescimento de 95,9%.

Nos últimos três meses do ano, foram registrados 63,8 milhões de links maliciosos, aumento de 12% em relação ao começo do ano.

O documento ainda mostra que o campeão de golpes são links em apps de mensagens. Ao todo, 57,4% dos ataques foram de phishing, quando o usuário é convidado a clicar em link que julga ser real. Em segundo lugar, os golpes com publicidade suspeita somam 19,2% dos casos.

Se comparados ao total da população brasileira (IBGE), projeta-se que um em cada três brasileiros pode ter sido vítima de cibercriminosos – somente entre os meses de abril, maio e junho de 2018. Some-se a isso o fato de terem sido detectados oito links maliciosos a cada segundo do último trimestre – mais de 28 mil detecções por hora (!!). Emilio Simoni, diretor do laboratório.

Os programas empresariais de gestão de riscos cibernéticos começam com o desenvolvimento da cultura e atitude de segurança dos indivíduos.

Como Riscos Emergentes Podem Afetar as Estratégias de Negócios na Logística?

Anteriormente, mencionamos que a Logística 4.0, IoT, LGPD, GDPR, Comércio Eletrônico e Ataques Cibernéticos são apenas algumas das implicações relacionadas ao transporte de carga.

Operadores logísticos deverão preparar-se para lidar com avanços tecnológicos, e a análise de dados (“Big Data”) irá desempenhar um papel importante, tanto na eficiência operacional e previsão de demanda, assim como as tendências de aumento da robotização.

Em terminais de container, os sistemas de gerenciamento de carga, descarga e pátio passaram a cumprir missão crítica para atingir os níveis de eficiência e escala exigidos para essas operações. Entretanto, os exemplos de ataques cibernéticos de grande repercussão se repetem.

Armadores deverão continuar a busca por eficiência em seus navios, incluindo ganhos derivados de sistemas de controle automático ainda mais extensos e autônomos. O curioso é que as mesmas inovações que contribuirão para mudar a dinâmica dos processos logísticos podem ajudar no estabelecimento um novo patamar de riscos.

O aproveitamento de oportunidades exigirá analise aguçada dos Riscos Emergentes e implicações em toda cadeia logística, incluindo interdependência de operações e potenciais interrupção de negócios e lucros cessantes associados.

Prêmio para Transporte Aumenta 30%

A vertiginosa escalada de roubos de cargas nos últimos anos alterou a relação entre as seguradoras, embarcadores e
transportadoras. Em razão do alto risco de determinadas cargas e das falhas dos planos de gerenciamento de risco (PGR),
algumas das mais importantes companhias deixaram de operar no ramo transportes e as que permaneceram aumentaram o
seu rigor nas exigências, provocando um aumento médio nos prêmios que pode chegar a 30%, principalmente nos trajetos que
incluem as regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro.

A questão torna-se dramática em razão da obrigatoriedade legal dos embarcadores contratarem as modalidades de seguro
transporte nacional e RCTR-C, que cobrem perdas e danos causados às mercadorias. Porém, a cobertura de roubo é opcional e
é esta cláusula que tem encarecido as apólices. “Hoje, é comum consultarmos 15 seguradoras e recebermos apenas três ou
quatro cotações. As companhias não querem participar dos riscos”, afirma Eduardo Michelin, diretor de seguro de transporte
da corretora Willis Towers Watson, que conta com 250 clientes, 70% deles donos de cargas. Entre as seguradoras que abriram
mão estão Liberty, Zurich e Generali. Em paralelo, houve uma consolidação do mercado – casos da compra da QBE pela Zurich
e a aquisição da XL Group pela seguradora francesa AXA. Ambas as adquiridas atuavam no ramo de transportes.

Com menos companhias no mercado, as que ficaram aumentaram o grau de exigência. “Se não for apresentado um plano de
gerenciamento de riscos, não há seguro. E isso significa custo para o embarcador ou para o transportador, nunca para a
seguradora”, diz Antenor Ambrosio, diretor técnico da Associação Brasileira de Gestão de Riscos (ABGR).

De acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), os prêmios emitidos em 2017 nas modalidades
obrigatórias transporte nacional e RCTR-C e no seguro facultativo RCF-DC (desvio de cargas) atingiram R$ R$ 2,4 bilhões
ante R$ 2 bilhões no ano anterior. Os sinistros pagos no ano passado foram de R$ 1,4 bilhão com sinistralidade (relação entre
sinistros e prêmios) de 0,66; em 2016, os números foram de R$ 1,4 bilhão e 0,71, respectivamente. As principais companhias
são multinacionais, como Sompo, Chubb, Allianz e Tokio Marine.

Segundo Alfredo Chaia, diretor da International Risk Veritas, o aumento no volume de prêmios não representou aquecimento,
e sim correção dos índices de sinistralidade e aperto das seguradoras nas apólices. “As perdas corroem a rentabilidade das
seguradoras e os custos de reembarque afetam a imagem dos embarcadores e transportadores”, diz, lembrando que as
seguradoras estão fazendo auditorias nas empresas de monitoramento remoto para checar falhas na fiscalização. “Se
comprovadas, não pagam a indenização”.

Entre as exigências mais comuns nos PGRs, estão o monitoramento por satélite, com controle de travas, rastreador principal e
secundário, definição prévia dos pontos de parada, horários restritos de circulação, iscas escondidas no meio da carga e
presença de escolta armada. “Para fechar uma apólice, é preciso cada vez mais medir ajustar o gerenciamento de risco e
estabelecer uma tabela de co-participação nos sinistros”, diz Sergio Caron, líder da prática de transportes da corretora Marsh.
As seguradoras admitem as medidas de precaução. “A princípio, não excluímos apólices, mas algumas necessitam de proteção
adicional, como celulares e eletrônicos”, diz José Severiano de Almeida Neto, diretor adjunto de transportes da HDI Global.
Além das medidas de monitoramento, a companhia sugere diluir os tipos de mercadorias em cada viagem e não carregar
valores altos no mesmo caminhão.

Segundo Felipe Smith, diretor executivo de produtos pessoa jurídica da Tokio Marine, o procedimento habitual é observar por
três anos o comportamento do cliente no gerenciamento de risco. “Casos que não cumprem o PGR, não são renovados”,
afirma.

 

Por Guilherme Meirelles

Fonte: https://valor.globo.com/financas/noticia/2018/03/27/premio-para-transporte-aumenta-30.ghtml